Ela olhava para ele e percebia que o seu olhar nunca seria dela. E também era certo que o dela nunca seria dele. Espreitando à volta, reconhecia a imensidão do mundo que existia para olhar. Isto sem contar com o universo imenso do "olhar para dentro". De si, dele... dos outros todos. Do universo das sensações dele, ela não poderia saber, nem sequer falar. Talvez nem das suas. Desejou ser o todo do olhar dele mas sabia que não continha em si o mundo todo que há para olhar. Na verdade, apesar disso, interrogava-se. O todo seria todo em extensão ou em compreensão? Ou seria a fusão de ambos? Certo, certo, do todo não sabia. Incerto e firme, porque convicta, sabia do amor - que o amor não é extensão, tão só compreensão. A.P.
Riders on the storm Riders on the storm Into this house were born Into this world were thrown Like a dog without a bone An actor out on loan Riders on the storm
Theres a killer on the road His brain is squirmin like a toad Take a long holiday Let your children play If ya give this man a ride Sweet memory will die Killer on the road, yeah
Girl ya gotta love your man Girl ya gotta love your man Take him by the hand Make him understand The world on you depends Our life will never end Gotta love your man, yeah
Riders on the storm Riders on the storm Into this house were born Into this world were thrown Like a dog without a bone An actor out alone Riders on the storm
Riders on the storm Riders on the storm Riders on the storm Riders on the storm Riders on the storm
Uma ideia...
«Não te precipites, dá um pouco mais de tempo, não destruas as pontes atrás de ti...» in Música do Acaso, Paul Auster
"- Hoje subiram muito alto.Não vos conseguíamos ver, só ouvíamos o aeroplano zumbir como uma abelha. Concordei que andáramos a voar muito alto. -Viram Deus? - perguntou ele. -Não, Ndwetti - respondi eu. Não vimos Deus. -Ah, então é porque não subiram o suficiente." Karen Blixenin Out of Africa